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      <title>Novidades - </title>
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      <pubDate>Wed, 05 Apr 2090 06:20:00 +0200</pubDate>
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         <title>Lá vem ela - Um déjà vu administrativo</title>
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         <description><![CDATA[&#160;Uma antiga e bastante conhecida piada conta a história de um rapaz falecido recentemente que começaria a pagar seus pecados no purgatório para depois subir ao céu ou descer ao inferno. No início da história o purgativo anfitrião lhe apresentava três portas. O jovem ao chegar na primeira porta encontrava um homem sentado e uma mulher fazendo-lhe boquete. Caso o defunto de primeira viagem resolvesse entrar nessa porta iria substituir a moça no famoso "bola gato". Na segunda opção o rapaz...<br />
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         <pubDate>Wed, 05 Apr 2090 06:20:00 +0200</pubDate>
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         <category>Novidades</category>
         <content:encoded><![CDATA[<p>&#160;<font face="Tahoma" color="#252525">Uma antiga e bastante conhecida piada conta a história de um rapaz falecido recentemente que começaria a pagar seus pecados no purgatório para depois subir ao céu ou descer ao inferno. No início da história o purgativo anfitrião lhe apresentava três portas. O jovem ao chegar na primeira porta encontrava um homem sentado e uma mulher fazendo-lhe boquete. Caso o defunto de primeira viagem resolvesse entrar nessa porta iria substituir a moça no famoso "bola gato". Na segunda opção o rapaz teria um abacaxi enfiado em seu caneco de quatro em quatro horas. Entre o abacaxi no rabo a cada quatro horas e passar o dia prostrado fazendo felação em outro homem, o astuto neo-falecido ficou tentado a entrar na última porta. De lá ele ouvia constantemente uma algazarra onde todos gritavam "lá vem ela, lá vem ela...". Como a idéia do abacaxi encrespado na bunda e do boquete eterno não lhe agradavam muito, ele resolveu, literalmente, mergulhar de cabeça na última porta. Nada melhor que ficar a eternidade na putaria, esperando "ela" passar. Pobre rapaz, "ELA" era uma lâmina enorme que decepava a cabeça de quem não mergulhasse numa piscina gigante cheia de merda, que o defunto deparava-se logo na entrada. Um trabalho de equipe dos falecidos fazia com que eles avisassem uns aos outros gritando que "ela", a guilhotina horizontal, estava vindo. Triste escolha, triste eternidade.</font></p>
<p>Ontem os ministros do tse (em minúsculo para conotar indignação) não deram aos maranhenses a opção das três portas, nem um abacaxizinho ofereceram para nós. Escolheram a guilhotina na cabeça e novamente a piscina de merda. Em 2006 tínhamos a opção de rever no Palácio dos Leões a Roseania, como carinhosamente Lula se referiu a ela num comício em Timon, mas o maranhense se mostrou insatisfeito em viver com a cara, o corpo e os anseios eternamente na merda. Os conterrâneos de Gonçalves Dias preferiram eleger o Mister Magoo, vulgo Jackson Lago, para governar o estado. Roseania desde então mina o governo do pobre Jack Twelve impedindo o senil administrador de tocar esta birosca no norte do Brasil.</p>
<p>Agora igual a um Titanic depois da batida de frente com os corações de iceberg dos ministros do tse, Jack terá de entregar a Rose o Coração do Oceano. A jóia rara do nordeste, a terra de João do Vale, de Ana Jansen, do coxo Coxinho e da Teté. Esta longínqua e fértil região será transformada no feudo Maranhão Grão - Macapá. Um país, dois estados, um só comandante.</p>
<p>Aguardem as cerimônias de benzimento, banhos, ebós e salgação dos corredores dos órgãos estaduais para não nascer mais nenhum levante contra a fatídica administração Panis et circenses de Roseania.</p>
<p>Esperem que logo o Boi Barrica voltará a fazer viagens internacionais e terminará sua faraônica sede. Provavelmente a Madona virá para o Marafolia, Bel será Secretário de Cultura e Ivete vai ser nome de praça.</p>
<p>A Mirante nunca mais falará em violência, fome, miséria, buracos e falta de escolas. Como uma verdadeira Madrinha Mágica, Roseania será a solução que há pouco mais de quarenta anos o Maranhão espera.</p>
<p>Uma coisa eu tenho certeza, a primeira (e talvez única) escola inaugurada pela administração vindoura terá o nome de Centro de Ensino de Segundo Grau - Eros Roberto Grau. Sei que agora se chama ensino médio, mas os marqueteiros e PH com certeza dirão ser mais fofo "segundo grau" e que a rima abala mais ainda.</p>
<p>Neste instante a quem interessar VALE FESTEJAR com os piocos, Saramindas, Curupus e marimbondos de fogo. Somos cativos dos mandos e desmandos de Antão Cristório, o Dono do Mar, da Chita Verde, do sobrenatural e do Maranhão.</p>
<p>Se lascou, se lascou.<br />
&#160;</p><br />
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      </item>
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         <title>Aparências Escolhidas</title>
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         <description><![CDATA[
Há alguns anos, em um sinal de trânsito, às duas da tarde, em Manaus, o motorista mostrou-me o fusquinha ao lado e disse: “Ele fecha os vidros para dar a aparência que seu carro tem ar-condicionado.” Na hora, percebi que aquele era um retrato do Brasil. Não importava sentir calor, mas sim aparentar ter ar-condicionado.
Alguns dias atrás, dois juízes do Supremo se acusaram verbalmente e levantaram um debate nacional sobre o decoro nas reuniões da Corte. Um ministro acusou o Presidente do...<br />
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         <pubDate>Tue, 04 Apr 2090 18:24:00 +0200</pubDate>
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         <category>Novidades</category>
         <content:encoded><![CDATA[<p><img height="320" width="286" align="left" alt="" src="http://files.ausurpadora.webnode.com/200000187-7ec357fbfc/cristovam-buarque.jpg" /></p>
<p><font face="Tahoma" color="#252525">Há alguns anos, em um sinal de trânsito, às duas da tarde, em Manaus, o motorista mostrou-me o fusquinha ao lado e disse: “Ele fecha os vidros para dar a aparência que seu carro tem ar-condicionado.” Na hora, percebi que aquele era um retrato do Brasil. Não importava sentir calor, mas sim aparentar ter ar-condicionado.<br />
Alguns dias atrás, dois juízes do Supremo se acusaram verbalmente e levantaram um debate nacional sobre o decoro nas reuniões da Corte. Um ministro acusou o Presidente do Supremo Tribunal Federal de estar desmoralizando a Justiça com seu gosto pela mídia e por decisões tomadas, acusou-o de andar protegido por capangas. Mas os críticos não exigiram que o acusador provasse, nem que o acusado mostrasse a mentira do acusado; e, se verdade, que fosse punido, perdesse o cargo. O debate foi sobre as aparências. Não importou se um dos juízes é mentiroso ou se o Presidente da nossa máxima corte está desmoralizando a Justiça. Importou que Suas Excelências não devem falar naquele tom. A aparência, a liturgia prevalecendo sobre a substância e o conteúdo.<br />
No lugar de apurar quem tinha razão, a opinião pública ficou horrorizada com o comportamento, os ministros preocupados em por “panos quentes” e o povo já esqueceu, porque as aparências são substituídas rapidamente. E já não importa se há ministros que mente ou ministros que desmoralizam a corte.<br />
Foi preciso a falta de decoro no uso de passagens, com recursos do Senado, para que a mídia e a população descobrissem que havia algo errado. A omissão não aparecia. Há tempo, nós parlamentares comparecemos à Brasília por apenas dois a três dias por semana e ficamos espalhados no edifício do Congresso; passamos a maior parte do tempo correndo de uma comissão a outra, não temos tempo de parlamentarmos entre nós. Ficamos a maior parte do tempo com a pauta trancada por Medidas Provisórias do Poder Executivo ou surpreendidos por Medidas do Judiciário. Mas a omissão do Congresso não aparece. Porque a culpa das Medidas Provisórias e das legislações feitas pelo poder Judiciário é do Congresso.<br />
No Brasil, temos 14 milhões de analfabetos, 2,5 vezes mais do que há 120 anos, quando a República foi proclamada; em cada minuto de ano letivo, 60 crianças abandonam a escola; os poucos que chegam ao final do Ensino Médio saem despreparados para os cursos que chamamos de superiores. No século XXI, isso significa o naufrágio da nação, mas não vira escândalo, porque não afeta as aparências: temos escolas aparentes, programas de alfabetização aparentes, universidades aparentes. Para um país de aparência, isso basta.<br />
Apesar da Embraer e outros poucos setores de alta tecnologia, nossa balança comercial é baseada sobretudo em ferro, soja, suco de laranja, alguns produtos da indústria mecânica; e nossas importações são chips, aparelhos de alta tecnologia, componentes inteligentes para a indústria, mas o resultado financeiro é positivo e o que vale é essa aparência.<br />
A política brasileira é corrupta no comportamento e nas prioridades, mas nos dedicamos apenas à primeira dessas corrupções, porque ela aparece. O roubo de dinheiro público está aparecendo, mas desvio de dinheiro público das prioridades sociais para eventos midiáticos, imediatistas, dirigidos aos privilegiados não aparece. Por isso, a corrupção nas prioridades não é considerada.<br />
Apesar da realidade de violência, desigualdade, depredação ambiental, baixa educação e o previsível fracasso de nosso desenvolvimento, somos um país de 190 milhões de brasileiros dentro de um fusquinha fechado, dando a impressão de termos ar-condicionado.<br />
Porque a aparência é de crescimento econômico, porque além da preferência pelas aparências, aprendemos a esconder as aparências do que não interessa ver. Felizmente, descobrimos a podridão na superfície da política, que aparece graças às denúncias da mídia, mas não vemos a ferrugem na engrenagem da sociedade inteira, porque nem a mídia, nem nós todos queremos ver.<br />
Somos um povo não só de aparências, mas também de aparências escolhidas.<br />
&#160;<br />
Cristovam Buarque é senador (PDT-DF)<br />
&#160;<br />
</font></p><br />
usurpadora]]></content:encoded>
      </item>
      <item>
         <title>Manifesto do Dep.Federal Domingos Dutra</title>
         <link>http://www.ausurpadora.webnode.com/news/manifesto-do-dep-federal-domingos-dutra/</link>
         <description><![CDATA[<br />
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         <pubDate>Sun, 02 Apr 2090 01:57:00 +0200</pubDate>
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         <category>Novidades</category>
         <content:encoded><![CDATA[<p><img height="1444" width="610" alt="" src="http://files.ausurpadora.webnode.com/200000184-9023b911e2/dutra.jpg" /></p><br />
usurpadora]]></content:encoded>
      </item>
      <item>
         <title>CARTA DE JACKSON LAGO AOS MARANHENSES</title>
         <link>http://www.ausurpadora.webnode.com/news/carta%20de%20jackson%20lago%20ao%20povo%20do%20maranh%c3%a3o/</link>
         <description><![CDATA[
Venho perante o povo que me elegeu o seu Governador, prestar o testemunho de minha ação. Tenho somente a minha palavra e a história de uma vida honrada.&#160;Foi assim que enfrentamos e derrotamos a mais terrível máquina de poder de todo o Brasil, controlada por uma só família há 40 anos. Entrei na política pela confiança que conquistei como médico em hospitais públicos, acreditando em valores e princípios. Peço a você, amigo e amiga, que divulgue esta carta. Minha palavra é o meu...<br />
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         <pubDate>Tue, 28 Mar 2090 16:01:00 +0200</pubDate>
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         <category>Novidades</category>
         <content:encoded><![CDATA[<p><img height="249" alt="" width="200" align="left" src="http://files.ausurpadora.webnode.com/200000168-d01dbd1175/jackson_lago22.jpg" /></p>
<p style="text-align: justify">Venho perante o povo que me elegeu o seu Governador, prestar o testemunho de minha ação. Tenho somente a minha palavra e a história de uma vida honrada.&#160;Foi assim que enfrentamos e derrotamos a mais terrível máquina de poder de todo o Brasil, controlada por uma só família há 40 anos. Entrei na política pela confiança que conquistei como médico em hospitais públicos, acreditando em valores e princípios. Peço a você, amigo e amiga, que divulgue esta carta. Minha palavra é o meu legado.</p>
<p style="text-align: justify">Sabia que enfrentaria a mais desleal, cruel e violenta campanha de oposição. O grupo que enriqueceu nos 40 anos de poder atuou dia e noite, sem trégua, em suas rádios, jornais e televisões, para que você não soubesse o que fazia o Governo. Nesse tempo, forjaram um processo judicial que me retirou o cargo de Governador. Anularam mais de um milhão de votos por conta da presença de umas poucas centenas de pessoas em um ato público de que participei apenas como convidado.&#160; Tiraram o que não me pertence, mas ao povo do Maranhão.</p>
<p style="text-align: justify">Por que tamanha violência?&#160; Porque era preciso calar um Governo que em apenas dois anos e três meses realizou muito mais do que eles jamais foram capazes. Desde o primeiro dia estabeleci que meu Governo seria participativo, compartilhado pela população. Inaugurei um modelo novo de governar, chamando para conversar as lideranças políticas, religiosas, sindicalistas e organizações civis, sem discriminação partidária.</p>
<p style="text-align: justify">Realizei fóruns públicos que reuniram mais de cem municípios e suas organizações sociais.&#160; Combati o modelo atrasado de governar que provê favores em troca de apoio político.&#160; Conveniei com prefeitos, com convicção municipalista, resultando em centenas de obras descentralizadas que mudaram a face urbana e rural dos municípios. Mostrei que era possível realizar quando não se usa o dinheiro público para enriquecer.</p>
<p style="text-align: justify">Um único exemplo, dentre tantos, mancha de vergonha os que usurparam, pelo tapetão, o cargo que o povo maranhense me confiou. Em pouco mais de dois anos, em 27 meses, inaugurei 180 escolas no nosso Estado. Em oito anos eles inauguraram três escolas. Mas a verdadeira diferença não está nesses números chocantes. A diferença está nos propósitos. Não fizeram escolas porque um povo sem educação é um povo submisso. Essa é a cartilha deles.</p>
<p style="text-align: justify">Também inovamos na Segurança pública, integrando o Maranhão ao conceito de segurança-cidadã, criando conselhos comunitários e efetivando mil novos policiais militares. Aumentamos em um terço a polícia civil. Em todas as áreas estimulamos a formação de conselhos com ampla participação popular. Foi assim na saúde, nas políticas sociais, na cultura. Oferecemos modelos de gestão e políticas consistentes para valorizar a mulher, os jovens, as minorias, as manifestações da cultura popular.</p>
<p style="text-align: justify">Pela primeira vez o Maranhão viu o maior investimento de saúde ser aplicado no interior. No coração central do nosso Estado inauguramos um moderno hospital de urgência e emergência, o Socorrão de Presidente Dutra. Deixamos encaminhada a construção de mais dois, em Imperatriz e Pinheiro, com os recursos já depositados nas respectivas prefeituras.</p>
<p style="text-align: justify">Investimos na infra-estrutura do Estado, pavimentando mais de mil quilômetros de estradas. Tiramos do isolamento municípios condenados a décadas, pela incúria e insensibilidade de maus políticos. Inauguramos a monumental ponte da Liberdade, que estreita os laços com nossos vizinhos do Tocantins e integra o corredor centro-norte de produção.</p>
<p style="text-align: justify">Dedicamos enorme esforço à atração de investimentos públicos e privados para construir uma alavanca de novas oportunidades de emprego,&#160; especialmente nas áreas de metalurgia, siderurgia, geração de energia. Planejamos a montagem de um repertório de projetos estruturantes para os quais dedicamos o melhor de nossos esforços. A Refinaria da Petrobrás, que se iniciará em breve, é um símbolo desse Maranhão que se projeta para o futuro.</p>
<p style="text-align: justify">Empreendemos gigantesco esforço de valorização da agricultura familiar, de que é símbolo a recuperação do projeto Salangô, criminosamente abandonado. Entregamos as primeiras unidades do maior projeto de inclusão social já realizado no Maranhão, o projeto Rio Anil, em parceria, em partes iguais, com o Governo Federal, com quem estamos construindo apartamentos que substituem barracas e palafitas, tirando milhares de irmãos maranhenses da lama.</p>
<p style="text-align: justify">Isso tudo é apenas uma pequena mostra do que realizamos no Governo. Muito mais havíamos planejado para os dois últimos anos do mandato que o povo nos confiou. Mas o verdadeiro legado que entrego à população do Maranhão é a demonstração de que é possível fazer. Nenhuma violência, nenhum gesto arbitrário irá estancar o desejo de participação ativa e cidadã de nossa gente.</p>
<p style="text-align: justify">Entrei no Palácio e dele saí pela porta da frente e nos braços do povo. Resisti o quanto pude à violência daqueles que pensam que são donos do Maranhão. O que eles não sabem, o que jamais aprenderão, é que no meu lugar milhares se levantarão para combater o atraso e a mentira de um governo sem votos, sem legitimidade, sem o respeito do seu povo.</p>
<p style="text-align: justify">Viva o Maranhão, Viva o Povo do Maranhão! Até breve.</p><br />
usurpadora]]></content:encoded>
      </item>
      <item>
         <title>O BRASIL PRECISA SABER</title>
         <link>http://www.ausurpadora.webnode.com/news/o-brasil-precisa-saber/</link>
         <description><![CDATA[&#160; Que nós maranhenses vivemos um momento de dúvidas quanto ao futuro do nosso Estado. Que estamos aflitos e angustiados ante a possibilidade de cassação do nosso Governador Jackson Lago, cujo mandato foi legitimamente conquistado através do voto popular. Se tal pretensão se concretizar, ferirá de morte o ideal democrático expresso na Constituição Cidadã Brasileira, bem como, o espírito cívico e o sentimento de cidadania e soberania manifestado nas urnas em outubro de 2006.
O Brasil precisa...<br />
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         <pubDate>Mon, 27 Mar 2090 22:14:00 +0200</pubDate>
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         <category>Novidades</category>
         <content:encoded><![CDATA[<p>&#160; <b>Que nós maranhenses</b><b> vivemos um momento de dúvidas quanto ao futuro do nosso Estado. Que estamos aflitos e angustiados ante a possibilidade de cassação do nosso Governador Jackson Lago, cujo mandato foi legitimamente conquistado através do voto popular. Se tal pretensão se concretizar, ferirá de morte o ideal democrático expresso na Constituição Cidadã Brasileira, bem como, o espírito cívico e o sentimento de cidadania e soberania manifestado nas urnas em outubro de 2006.</b></p>
<p><b>O Brasil precisa saber que nosso Governador Jackson Lago</b><b>, chegou ao cargo em função do seu histórico engajamento nas lutas democráticas pela instalação da República Brasileira de nossos dias, ao lado de lideranças como: Paulo Freire, Darcy Ribeiro, Leonel Brizola, Ulysses Guimarães, Tancredo Neves, Miguel Arraes, Maria Aragão e outros que ainda entre nós, continuam pelejando em favor de uma sociedade de justiça e paz social.</b></p>
<p><b>O Brasil precisa saber que nosso Governador Jackson Lago</b><b>, &#160;médico e professor aposentado, exerceu com responsabilidade suas profissões sendo para nós maranhenses, um exemplo de dignidade e ética, um homem que ao longo de mais de quarenta anos, sempre esteve lutando no campo da oposição, combatendo as práticas excludentes, antidemocráticas e os desmandos administrativos instalados no Estado por quatro décadas.</b></p>
<p><b>O Brasil precisa &#160;saber, que nosso Governador Jackson Lago</b><b>, mesmo tendo sido Secretário de saúde do Estado e da Capital, prefeito por três vezes na capital (São Luís), não acumulou riquezas, não tendo qualquer patrimônio que revele origem duvidosa. Nosso Governador é um homem simples, honesto e honrado, cuja sessão de tortura a que está sendo submetido, violenta também a cada homem e a cada mulher honrada deste pedaço de Brasil e com certeza, de muitos brasileiros/as&#160; decentes que ainda sobrevivem neste mar de práticas imorais que se instalou no Maranhão e no Brasil. </b></p>
<p><b>O Brasil precisa saber que nosso Governador Jackson Lago</b><b>, encarna o sentimento de resistência de milhões de maranhenses que não concordam com a prática de abuso do poder político, econômico e midiático do grupo que mandava&#160; no Estado há mais quarenta anos e que foi derrotado nas urnas em 2006. JACKSON LAGO representa para nós a esperança de um Estado justo, igual e dignificante para nossa gente.</b></p>
<p><b>O Brasil precisa saber que nosso Governador Jackson Lago</b><b>, inaugurou em apenas dois anos de mandato, 126 Escolas de Ensino Médio construindo novas e reformando outras, compromisso jamais visto em nossa História. Pavimentou mais de 1200 quilômetros de estradas no Estado, iniciando assim a solução de um histórico quadro de abandono das rodovias maranhenses e isolamento de muitas cidades. Descentralizou a gestão estadual, apoiando técnica e financeiramente os municípios, numa atitude de respeito à autonomia municipal, demonstrando assim, sua vocação municipalista.</b></p>
<p><b>O Brasil precisa saber que nosso Governador Jackson Lago</b><b>, dentro deste espírito de valorização municipal, descentralizou a cultura, estimulando a formação de consórcios municipais para incentivar a produção cultural em todos os 217 municípios do Estado.</b></p>
<p><b>O Brasil precisa saber que nosso Governador Jackson Lago</b><b>, criou a Secretaria de Agricultura (extinta pelo grupo derrotado, num Estado vocacionado para a agricultura), criou a Secretaria da Juventude, a Secretaria da Igualdade Racial, a Secretaria da Mulher e a Secretaria dos Direitos Humanos, o que tem possibilitado avanços consideráveis no processo de inclusão dos segmentos historicamente marginalizados e explorados, como é o caso das populações tradicionais &#160;(quilombolas, indígenas e ribeirinhos), por exemplo.</b></p>
<p><b>O Brasil precisa saber que nosso Governador Jackson Lago</b><b>, na política de Assistência social, implantou também o modelo de gestão descentralizada, respeitando os princípios pautados pela Lei Orgânica da Assistência Social (LOAS) e absolvidos no Sistema Único de Assistência Social (SUAS), bem como as deliberações das conferências e das instâncias colegiadas de formulação e controle social das políticas públicas. Avanços consideráveis vem se dando nesta área com a efetiva implantação de um sistema de proteção e promoção social no Estado, a partir de uma gestão que se volta para além da cobertura do atendimento preventivo, emergencial e especializado, buscando a sustentabilidade dos processos de autonomia das famílias e indivíduos .</b></p>
<p><b>&#160;A Participação Social é marca comum nos diferentes espaços de manifestação e defesa dos interesses sociais e políticos no Maranhão</b><b>, o que dá um diferencial na gestão popular e democrática do Governador Jackson Lago. Exemplos desta prática são os Fóruns Regionalizados, onde o Governador e toda sua equipe se deslocam&#160; para uma das 32 regiões do Estado e lá, durante dois dias, definem junto com as lideranças populares e políticas, as ações a serem executadas. Outro espaço de democratização da gestão é o Mutirão da Cidadania, quando o governo se instala, por uma semana, em uma região, levando os serviços essenciais para aquela população. Isto é gestão democrática e participativa. </b></p>
<p><b>O Brasil precisa saber, que se o nosso Governador Jackson Lago</b><b>, for cassado, será um retrocesso na Democracia Brasileira, iniciada a partir da Constituição Federal de 1988, e um desrespeito à vontade dos maranhenses. &#160;Nós não merecemos&#160; e não aceitaremos isto! O Brasil precisa dizer não a esta tentativa de humilhação às instituições democráticas, onde a vontade de um homem, de uma família quer se sobrepor à decisão soberana de um povo. Nós maranhenses ainda confiamos na JUSTIÇA BRASILEIRA e acreditamos que o espírito da Campanha da Fraternidade haverá de inspirar nossos Ministros a concluírem que&#160; “A PAZ É FRUTO DA JUSTIÇA”.</b></p>
<p><b>&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;</b></p>
<p align="center"><b>&#160; ATENCIOSAMENTE,</b></p>
<p align="center"><b>O povo ávido por justiça no Maranhão, a</b><b> Agência de Notícias da Infância-MATRACA</b><b>, </b><b>o Centro de Cultura Negra do Maranhão</b><b> </b><b>- CCN</b><b>, </b><b>o Centro de Formação para a Cidadania-AKONI</b><b>, </b><b>o Projeto PROTEGERE, o&#160;Movimento&#160;Popular de Ação Cultural - MPAC/PDT-MA, e o Núcleo Cerrado Vivo – BALSAS- MA</b><b>.</b></p><br />
usurpadora]]></content:encoded>
      </item>
      <item>
         <title>NINGUÉM PODE NOS CALAR</title>
         <link>http://www.ausurpadora.webnode.com/news/ninguem-pode-nos-calar/</link>
         <description><![CDATA[&#160;Após os acontecimentos jurídicos recentes que puseram em cheque o resultado eleitoral acachapante do pleito de 2006, sagrando vitorioso o governador Jackson Lago, cumpre enfatizar que seu governo representa para a história política contemporânea do Maranhão e sua população majoritariamente excluída, oportunidade ímpar de inflexão numa realidade social e política que prevalece estagnada desde o século XIX e mais destacadamente nos últimos 40 anos, desde o regime militar de 1964 e da...<br />
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         <pubDate>Mon, 27 Mar 2090 22:12:00 +0200</pubDate>
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         <category>Novidades</category>
         <content:encoded><![CDATA[<p>&#160;Após os acontecimentos jurídicos recentes que puseram em cheque o resultado eleitoral acachapante do pleito de 2006, sagrando vitorioso o governador Jackson Lago, cumpre enfatizar que seu governo representa para a história política contemporânea do Maranhão e sua população majoritariamente excluída, oportunidade ímpar de inflexão numa realidade social e política que prevalece estagnada desde o século XIX e mais destacadamente nos últimos 40 anos, desde o regime militar de 1964 e da ascensão do grupo oligárquico sarneisista ao poder, exercendo-o de forma praticamente ininterrupta desde então.</p>
<p><span>&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160; Apesar da tentativa do campo jurídico tentar reduzir uma luta social histórica em “quizilas”, acreditando que a lei submete a realidade, a disposição dos militantes da democracia e de outro Maranhão possível permanecem irresolutos da firmeza de seus princípios e da legitimidade desse governo.</span></p>
<p><span>&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160; A decisão contraditória e questionável do Tribunal Superior Eleitoral-TSE deixa patente duas verdades: 1. a submissão do judiciário ao poder dominante e 2. a judicialização da política de forma parcial e benéfica aos setores conservadores no poder.</span></p>
<p><span>&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160; Não esqueçamos que em 1951 sob eleições flagrantemente corruptas, o mesmo tribunal, manteve sob forte mobilização e revolta popular o governador Eugênio Barros não por que as provas eram insuficientes, mas por que interessava ao poder dominante, representado pelo oligarca Vitorino Freire e a ditadura getulista, mantê-lo.</span></p>
<p><span>&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160; &#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160; Cumpre destacar que no último decênio muitos estudos e diagnósticos apontaram para a profunda venalidade e corrupção dos juízes e do judiciário de forma geral, fruto também, da composição das cortes superiores, isto é, a nomeação de ministros ou desembargadores, se dá no âmbito da esfera política envolvendo negociações por vezes impublicáveis.</span></p>
<p><span>&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160; A decisão tomada em relação ao Maranhão, e a Paraíba, representam no seu conjunto o mais flagrante movimento de restabelecimento das oligarquias mais atrasadas do país, cuja derrota em vários estados no pleito de 2006 foi amplamente comemorada pelos setores progressistas mais a esquerda.</span></p>
<p><span>&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160; Não creio que o caso do Maranhão seja o mesmo da Paraíba numa perspectiva de fundo, pois aqui se tratava realmente da oposição histórica a uma oligarquia, e lá muito mais uma disputa entre duas oligarquias, uma mais arejada e outra mais atrasada.</span></p>
<p><span>&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160; Esperar a solução de nossa problemática no campo jurídico é um equívoco, ao lado da desunião e da autofagia do grupo atualmente governante, somam elementos favoráveis à oligarquia sedenta por voltar ao trono. </span></p>
<p><span>&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160; Mais do que nunca as idéias de continuidade da luta e da força advinda da união são válidas, fundamentais, pois o pleito de 2006 provou que a oposição unida se torna imbatível, portanto, os cantos dos cisnes e os corvos do mal agouro devem ser rechaçados.</span></p>
<p><span>&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160; A questão agora é de luta, democrática, pública, transparente, incansável e ampla, observando as possibilidades de cada um e da uma em colaborar. Por conseguinte, é fundamental maior coesão da frente da libertação, aumentar a mobilização popular, cerrar fileiras no campo da luta social, política, midiática e intelectual, congregando o maior conjunto de forças que for possível, na construção de contra-poderes e de contra-hegemonia, seja no nível local, estadual, regional, nacional e internacional.</span></p>
<p><span>&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160; O brilhante Francisco Rezek não poderia ter sido mais pungente quando destacou tratar-se de um “golpe pela via judiciária”, e os movimentos sociais mobilizados ao caracterizarem como “uma luta em defesa da democracia e da soberania do voto popular”, mas existe um ângulo não destacado, o que se enfrenta é como denominou Raymundo Faoro, o “Estado Novo do PMDB”, cujas bases foram lançadas durante a Presidência herdada por força do acaso e das bactérias que consumiram Tancredo Neves, pelo prócer da ditadura militar, José Sarney.</span></p>
<p><span>&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160; Esse grupo que tomou de assalto o poder central a partir do apoio declarado do presidente Lula da Silva se infiltrou, mais ainda, em todos os poderes da República, montando o maior esquema de corrupção e drenagem do dinheiro público que se tem notícia, muito bem enfatizado pelo senador Jarbas Vasconcelos em entrevista recente.</span></p>
<p><span>&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160; Portanto, a luta no Maranhão, revela apenas a ponta mais visível do esquema de perpetuação no poder do grupo liderado pelo senador José Sarney, cujo coronelismo foi por décadas obscurecido pela mídia conservadora, mas amplamente divulgado nos últimos dois anos na imprensa escrita e virtual, rompendo a fronteira do regional e atingindo o nacional e o internacional até então impressionados com uma imagem falseada e irreal do “estadista”.</span></p>
<p><span>&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160; Isto deve ser destacado para deixar bem claro contra o que se está lutando – uma coligação de oligarquias e políticos venais ciosos do poder que tomaram de assalto, escombros e entulhos da ditadura militar; e pelo que se está lutando – por uma alternativa verdadeiramente democrática cuja construção se dará a partir do Maranhão.</span></p>
<p><span>&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160; Ao folhear o estudo “Cenários do Maranhão para o ano 2007”, escrito pelo pesquisador Tetsuo Tsuji, em 1993, deparei com o seguinte fator favorável a um crescimento desigual do Estado – “ascensão, nas próximas eleições majoritárias, de governantes ligados ao grupo hegemônico (sarneysismo)”. </span></p>
<p>&#160;<span>&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160; Justamente em 1994 foi eleito um dos governos mais equivocados da história política maranhense, o governo Roseana Sarney, cujos oito anos, legou ao Maranhão, como bem destaca a pesquisadora Zulene Muniz Barbosa, em tese publicada no ano de 2006, a redução dos órgãos públicos, a extinção de autarquias, a criação de um exército de servidores públicos em disponibilidade, 70% de analfabetismo, centenas de conflitos por terra, precarização e superexploração do trabalho, venda a preço de banana da CEMAR, do BEM, da TELMA, sucateamento da CAEMA, demissão em massa de funcionários, o fim do IPEM, dentre outros.</span></p>
<p><span>&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160; Ninguém em plena consciência pode querer isso de volta, estamos fartos da repetição do mesmo.</span></p>
<p><span>&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160; Tetsuo Tsuji destacou também um segundo fator a época, o de que “não haverá mudanças no plano político-institucional no Maranhão, podendo ocorrer somente após vinte anos”. O momento da mudança é agora.</span></p>
<p>&#160;<span>&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160; Tempo demais já passou sob os pés dos caminhantes, as suas mãos ficaram ásperas e gastas, mas o olhar é o mesmo daquela juventude que desafiou a ditadura, o espírito não esmoreceu, muitos são os que com eles dividem o pão, companheiros no barco que leva ao porto da liberdade, de outro Maranhão possível.</span></p>
<p>&#160;<span>&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160; Nossa hora é agora, a vez do povo é hoje, não pode haver dúvidas, com as bandeiras na rua ninguém pode nos calar.</span></p><br />
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      </item>
      <item>
         <title>Cassação x Vontade Popular Democrática </title>
         <link>http://www.ausurpadora.webnode.com/news/cassa%c3%a7%c3%a3o%20x%20vontade%20popular%20democratica%20/</link>
         <description><![CDATA[&#160;&#160;&#160;A Procuradoria Geral Eleitoral através de seu vice-procurador geral Francisco Xavier, enviou parecer ao Tribunal Superior Eleitoral (TSE) em que sugere a rejeição de dois recursos contra a decisão da Corte que cassou os diplomas do governador do Maranhão, Jackson Lago (PDT), e do vice Luiz Carlos Porto, em sessão realizada no dia 3 de março deste ano. O vice-procurador geral Francisco Xavier, argumenta que, a orientação que a Justiça Eleitoral segue há décadas é a de que...<br />
usurpadora]]></description>
         <pubDate>Mon, 27 Mar 2090 22:09:00 +0200</pubDate>
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         <category>Novidades</category>
         <content:encoded><![CDATA[<p>&#160;&#160;&#160;A Procuradoria Geral Eleitoral através de seu vice-procurador geral Francisco Xavier, enviou parecer ao Tribunal Superior Eleitoral (TSE) em que sugere a rejeição de dois recursos contra a decisão da Corte que cassou os diplomas do governador do Maranhão, Jackson Lago (PDT), e do vice Luiz Carlos Porto, em sessão realizada no dia 3 de março deste ano. O vice-procurador geral Francisco Xavier, argumenta que, a orientação que a Justiça Eleitoral segue há décadas é a de que compete ao TSE o julgamento de recurso contra expedição de diploma nas eleições federais e estaduais.</p>
<p>Que compete ao TSE o julgamento de recursos contra a expedição de diplomas, isso nó sabemos, mas não cabe a ele, TSE, indicar e, em caso de vacância do cargo, dar posse a 2º colocada, rejeitada nas urnas. Foram rejeitadas todas as esperanças do povo, através do voto livre, que depositou sua confiança no representante eleito, com a aprovação do TRE local. Cassando o governador, o TSE estará cassando também, os votos legítimos que os maranhenses depositaram nas urnas em 2006.</p>
<p>Mesmo com a posse da derrotada, cabem ainda recursos ao STF contra as decisões do TSE. Pode-se, por exemplo, entrar com uma Ação Direta de Insconstitucionalidade-ADI, fundamentada no Art. 224 da CF.</p>
<p>Para que não haja dois pesos e duas medidas, queremos que o Pleno seja célere também, na análise do Agravo de Instrumento Nº 10625, contra a Sra. Roseana Sarney Murad. O Processo está aguardando publicação de despacho na Coordenadoria de Processamento-CPRO do TSE, desde o dia 03/04/2009. Pelo andar da carruagem, ela vai assumir o governo, toda irregular.</p>
<p>O TSE têm que agir cautelosamente e, não pode cair nas estórias do Sr. Procurador Francisco Xavier e do Ministro relator Eros Grau. Tá na cara que isso tudo é um golpe, só não vê quem não quer. O Brasil todo está acompanhando esse episódio, que parece, se estender por muito tempo.</p>
<p>Saiu na edição da VEJA, 8 de abril de 2009, os avanços registrados no IDSE, para o Maranhão, os dados coincidem com a saída do grupo Sarney do poder e, tristemente, o retrocesso do Estado do Amapá, depois da presença do mesmo grupo, naquele Estado. Não somos nós, maranhenses, que estamos afirmando, são as pesquisas realizadas e divulgadas pela FGV.</p>
<p>Tenho certeza que, após esse episódio, o Maranhão será exemplo para os outros estados da Federação, ao manifestar livremente, através de seu povo, as ações responsáveis e corajosas em busca da dignidade e da defesa do seu legítimo voto.</p>
<p align="center">&#160;</p><br />
usurpadora]]></content:encoded>
      </item>
      <item>
         <title>Culpa de quem? - O Globo - 20/6/2009 </title>
         <link>http://www.ausurpadora.webnode.com/news/culpa-de-quem-o-globo-20-6-2009-/</link>
         <description><![CDATA[
Em recente discurso, o presidente do Senado, José Sarney, afirmou que a crise que atravessamos é problema da Casa inteira, e pediu que todos respeitassem sua biografia. O presidente disse duas verdades, mas incompletas. É certo que o problema é do Senado, da democracia, do Brasil inteiro. Mas a culpa é acima de tudo do presidente da Casa e sua Mesa Diretora. É certo também que sua biografia de ex-presidente da República, em um momento decisivo de nossa História, merece nosso respeito, mas isso...<br />
usurpadora]]></description>
         <pubDate>Sun, 28 Jun 2009 13:56:00 +0200</pubDate>
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         <category>Novidades</category>
         <content:encoded><![CDATA[<p><img height="261" align="left" width="200" src="http://files.ausurpadora.webnode.com/200000446-4a6e04b67f/Cristovam Buarque (-edited-).JPG" alt="" /></p>
<p>Em recente discurso, o presidente do Senado, José Sarney, afirmou que a crise que atravessamos é problema da Casa inteira, e pediu que todos respeitassem sua biografia. O presidente disse duas verdades, mas incompletas. É certo que o problema é do Senado, da democracia, do Brasil inteiro. Mas a culpa é acima de tudo do presidente da Casa e sua Mesa Diretora. É certo também que sua biografia de ex-presidente da República, em um momento decisivo de nossa História, merece nosso respeito, mas isso não é uma desculpa. Na verdade, nisso está uma das razões que dificultam o enfrentamento da crise.</p>
<p>As biografias nascem da política, mas elas muitas vezes não se sustentam na política. A biografia do senador Sarney é um forte argumento para a História. Mas para o exercício do cargo político que atualmente ocupa, o que importa são suas falas e gestos no presente.<br />
<br />
O Brasil tem uma dívida para com o presidente Sarney, que pode se orgulhar de ter sido o condutor do processo de democratização do Brasil. Durante o seu mandato como presidente da República, foi capaz de levar adiante todos os compromissos das forças democráticas. Mas isso é História. Quando decidiu continuar na política, ele optou por guardar sua biografia até o final de suas atividades atuais.<br />
<br />
Se, depois de seu mandato de presidente da República, o ex-presidente Sarney tivesse se recolhido à História, fora da política, como fazem presidentes em outros países, certamente ele seria hoje tratado como um "velho estadista", não pela idade, mas pela reserva biográfica. Como acontece com Mandela, Carter e tantos outros ex-presidentes, inclusive no Brasil. Personalidades respeitadas, mas ativos apenas nos momentos decisivos e como conselheiros da nação, sem cargos. Ele seria visto como referência do político que, jovem, contestou forças conservadoras de seu próprio partido; e, adulto, conviveu com o regime militar; mas, na maturidade, teve a coragem de se distanciar do autoritarismo e, diante das adversidades de Tancredo, teve a competência de conduzir o país no momento da máxima inflexão política da segunda metade do século XX.<br />
<br />
Mas preferiu a política à História. Escolheu o mandato de senador e a volta à presidência do Senado. Com isso, o Senado passou a ter um presidente maior do que o cargo, e por isso fica sem gosto para enfrentar o dia a dia de suas atividades.<br />
<br />
O problema é de todos, mas o primeiro culpado da crise é o presidente Sarney, porque a ele cabe zelar pela necessária credibilidade da Casa. Seu discurso, entretanto, não analisa as causas da crise, não oferece propostas para superá-la, nem nos aspectos morais nem nos estruturais. Não propõe iniciativas para superar o descrédito do Senado. Uma das causas dessa ausência de proposta, desse alheamento da crise, decorre de que o presidente Sarney não aparenta ter consciência da dimensão da crise que o Senado atravessa. O discurso passou a impressão de que se trata apenas de um descontentamento momentâneo da opinião pública, inflado pela mídia, em franco desrespeito à sua biografia. Essa visão resulta da mistura de uma biografia maior do que a política e o cargo.<br />
<br />
O resultado é um presidente que, além de estar amarrado em uma rede de forças que misturam interesses públicos com pessoais, não tem o necessário gosto para enfrentar as dificuldades, por ter uma biografia maior do que o cargo que ocupa. Daí sua falta de percepção do tamanho da crise. Quem enfrentou cinco anos de Presidência da República, em um momento tão grave e de difíceis mudanças, não consegue se dedicar a um desafio que parece menor.<br />
<br />
A culpa é também nossa, dos demais senadores, que não estamos encontrando o caminho para casar o Sarney ex-presidente da transição democrática com o Sarney presidente de um Senado em crise. Mas a culpa é, sobretudo, do presidente Sarney, que precisa vestir a camisa do cargo atual, guardando a biografia para os historiadores. Essa foi sua opção, essa é sua função.<br />
<br />
<b>Fonte: Artigo do senador Cristovam Buarque, publicado no jornal O Globo de sabado, 20 de junho.</b></p><br />
usurpadora]]></content:encoded>
      </item>
      <item>
         <title>O TEATRO DA MORALIZAÇÃO</title>
         <link>http://www.ausurpadora.webnode.com/news/o%20teatro%20da%20moraliza%c3%a7%c3%a3o/</link>
         <description><![CDATA[O presidente do Senado, José Sarney, convocou a  imprensa na semana passada para anunciar com orgulho os resultados de um estudo  feito para extirpar a burocracia da Casa as aberrações que vieram a público nos  últimos meses - coisas como a existência de 181 diretores, ou funcionários que  são donos de mansões, ou verbas que bancam toda sorte de despesa pessoal dos  senadores... O estudo foi encomendado à conceituada Fundação Getúlio Vargas, que  dispõe de 35 dias e 250.000 reais para...<br />
usurpadora]]></description>
         <pubDate>Tue, 26 May 2009 23:24:00 +0200</pubDate>
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         <category>Novidades</category>
         <content:encoded><![CDATA[<p class="EC_MsoNormal" style="text-indent: 27pt; line-height: 150%; text-align: justify;"><font face="Arial" color="#000000" size="2"><img height="209" align="left" width="300" alt="" src="http://files.ausurpadora.webnode.com/200000196-3147d3241d/atutqt.JPG" />O presidente do Senado, José Sarney, convocou a  imprensa na semana passada para anunciar com orgulho os resultados de um estudo  feito para extirpar a burocracia da Casa as aberrações que vieram a público nos  últimos meses - coisas como a existência de 181 diretores, ou funcionários que  são donos de mansões, ou verbas que bancam toda sorte de despesa pessoal dos  senadores... O estudo foi encomendado à conceituada Fundação Getúlio Vargas, que  dispõe de 35 dias e 250.000 reais para apresentar uma proposta de limpeza do  Senado. Em 1995, a mesma FGV recebeu a mesma tarefa do mesmo senador José Sarney  - que, talvez por uma coincidência cósmica, era presidente do Senado na ocasião.  O noticiário recente demonstra que essa velha parceria não deu muito certo. O  ato da semana passada seria uma coletiva, mas, assim que Sarney proclamou as  primeiras palavras moralizadoras, descortinou-se um teatrinho de má qualidade,  cuja trama é tão surrada quanto à encenada há catorze anos. Sarney pôs-se a  arengar: <i>“Não sou daqueles que gostam de soltar fogos de artifício. Não vamos  fazer espetáculo, mas é uma reforma de profundidade. Vamos cortar 40% da  estrutura da Casa</i>. No ato seguinte, um diretor da FGV assegurou que o Senado  funcionará perfeitamente com apenas um terço os funcionários que tem hoje. Não  há força no universo, nem mesmo José Sarney, que consiga demitir dois terços do  Senado.</font></p>
<p class="EC_MsoNormal" style="text-indent: 27pt; line-height: 150%; text-align: justify;"><font face="Arial" color="#000000" size="2">A demagogia do discurso ficou evidente quando os  atores admitiram que os superburocratas do Senado podem até vir a perder o  título nobiliárquico de “diretor”, mas manterão os salários e as gratificações.  Na verdade, se acatada, a proposta da FGV resultaria numa economia de apenas 650  000 reais mensais - um trocado se comparado ao orçamento anual do Senado de 2,7  milhões de reais. “A redução de despesa não é significativa”, concluiu um dos  doutores da FGV, num raciocínio que impressionou. O papalório consiste de um  amontoado de intenções vagas. Há nele 121 páginas, muitas palavras difíceis e  poucas propostas exeqüíveis. Entre “macrofluxos” e “departamentalizações”, a  palavra “transparência”, que é exatamente tudo o que o Senado mais precisa neste  momento, aparece uma mísera vez - e somente de modo genérico, vago. Os doutores  da FGV. No entanto, deixaram claro que não puderam ir a campo e que dispuserem  de um “tempo exíguo” para preparar o relatório. Quando as perguntas dos  jornalistas começaram a se multiplicar, Sarney percebeu que a peça não agradava  - e saiu de fininho.</font></p>
<p class="EC_MsoNormal" style="text-indent: 27pt; line-height: 150%; text-align: justify;"><font face="Arial" color="#000000" size="2">&#160;</font></p>
<p align="right" class="EC_MsoNormal" style="text-indent: 27pt; line-height: 150%; text-align: right;"><i><font size="2"><font color="#000000"><font face="Arial">Por Diego  Escosteguy </font></font></font></i></p><br />
usurpadora]]></content:encoded>
      </item>
      <item>
         <title>MOVIMENTO EM DEFESA DO MARANHÃO LIVRE</title>
         <link>http://www.ausurpadora.webnode.com/news/movimento%20em%20defesa%20do%20maranh%c3%a3o%20livre/</link>
         <description><![CDATA[MANIFESTO AO POVO DO MARANHÃO
&#160;O Maranhão é um Estado importante e estratégico para o Brasil. Situado entre as regiões Nordeste, Norte e Centro Oeste, o Maranhão possui abundância em recursos naturais e uma rica diversidade cultural que se expressa através de seu povo alegre, resistente e trabalhador.
Apesar desses fatores positivos, os maranhenses continuam entre os mais pobres do País, vítimas&#160; de grupos oligárquicos autoritários, excludentes e golpistas que nos últimos 60 anos...<br />
usurpadora]]></description>
         <pubDate>Mon, 18 May 2009 19:27:00 +0200</pubDate>
         <guid isPermaLink="true">http://www.ausurpadora.webnode.com/news/movimento%20em%20defesa%20do%20maranh%c3%a3o%20livre/</guid>
         <category>Novidades</category>
         <content:encoded><![CDATA[<p><span style="font-size: 12pt; line-height: 115%; font-family: &quot;Arial&quot;,&quot;sans-serif&quot;;">MANIFESTO AO POVO DO MARANHÃO</span></p>
<p style="margin: 0cm 0cm 10pt; text-align: justify;" class="MsoNormal"><span style="font-size: 12pt; line-height: 115%; font-family: &quot;Arial&quot;,&quot;sans-serif&quot;;">&#160;O Maranhão é um Estado importante e estratégico para o Brasil. Situado entre as regiões Nordeste, Norte e Centro Oeste, o Maranhão possui abundância em recursos naturais e uma rica diversidade cultural que se expressa através de seu povo alegre, resistente e trabalhador.</span></p>
<p style="margin: 0cm 0cm 10pt; text-align: justify;" class="MsoNormal"><span style="font-size: 12pt; line-height: 115%; font-family: &quot;Arial&quot;,&quot;sans-serif&quot;;">Apesar desses fatores positivos, os maranhenses continuam entre os mais pobres do País, vítimas<span style="">&#160; </span>de grupos oligárquicos autoritários, excludentes e golpistas que nos últimos 60 anos controlaram as instituições públicas em benefício próprio.</span></p>
<p style="margin: 0cm 0cm 10pt; text-align: justify;" class="MsoNormal"><span style="font-size: 12pt; line-height: 115%; font-family: &quot;Arial&quot;,&quot;sans-serif&quot;;">Em 2005,<span style="">&#160; </span>o governador José Reinaldo Tavares, <span style="">&#160;</span>ao romper com a oligarquia Sarney, <span style="">&#160;</span>iniciou o processo de libertação do povo maranhense. </span></p>
<p style="margin: 0cm 0cm 10pt; text-align: justify;" class="MsoNormal"><span style="font-size: 12pt; line-height: 115%; font-family: &quot;Arial&quot;,&quot;sans-serif&quot;;">Nas eleições de 2006, em especial no segundo turno, a população maranhense rebelou-se, impondo fragorosa<span style="">&#160; </span>derrota à candidata da oligarquia, elegendo o candidato da Oposição Jackson Lago.</span></p>
<p style="margin: 0cm 0cm 10pt; text-align: justify;" class="MsoNormal"><span style="font-size: 12pt; line-height: 115%; font-family: &quot;Arial&quot;,&quot;sans-serif&quot;;">&#160;Inconformado, o chefe da oligarquia moveu céu e terra para desforrar-se <span style="">&#160;</span>da rebeldia popular e não deixar Jackson Lago governar. Para tanto, fez o que pôde para impedir o acesso do governo estadual aos programas e recursos do governo federal; obstruiu a visita de autoridades federais ao Estado; transformou o seu aparato de comunicação em partido político e em máquina de guerra contra o novo governo; envolveu a Justiça Eleitoral em uma trama diabólica que resultou no mais odioso golpe contra a democracia ao<span style="">&#160; </span>cassar o governador eleito, para entregar o Governo do Estado à sua filha e candidata derrotada.</span></p>
<p style="margin: 0cm 0cm 10pt; text-align: justify;" class="MsoNormal"><span style="font-size: 12pt; line-height: 115%; font-family: &quot;Arial&quot;,&quot;sans-serif&quot;;">&#160;Hoje, <span style="">&#160;</span>o Maranhão vive a mais grave crise de sua história recente, na medida em que não há governo eleito, já que a governadora de hoje tem um mandato que lhe foi entregue pelo voto de quatro ministros do Tribunal Superior Eleitoral-TSE. Por outro lado, a governadora ilegítima está sem rumo, encurralada em Palácio e submissa ao poder do Secretário de Saúde, seu cunhado, que de fato é<span style="">&#160; </span>o governador.</span></p>
<p style="margin: 0cm 0cm 10pt; text-align: justify;" class="MsoNormal"><span style="font-size: 12pt; line-height: 115%; font-family: &quot;Arial&quot;,&quot;sans-serif&quot;;">Nestes 30 dias após sua posse, a governadora de poucos votos transformou o governo provisório em uma delegacia de polícia com abertura de inquéritos contra tudo e contra todos, para, através da mídia controlada, <span style="">&#160;</span>encobrir a falta de ações voltadas para a solução dos problemas da população.</span></p>
<p style="margin: 0cm 0cm 10pt; text-align: justify;" class="MsoNormal"><span style="font-size: 12pt; line-height: 115%; font-family: &quot;Arial&quot;,&quot;sans-serif&quot;;">A Governadora de quatro votos não consegue mobilizar ações para atender os milhares de irmãos nossos que, <span style="">&#160;</span>atingidos pelas enchentes, <span style="">&#160;</span>padecem ao relento, sem saúde , alimento e <span style="">&#160;</span>afeto, sobrevivendo em condições humilhantes e degradantes.</span></p>
<p style="margin: 0cm 0cm 10pt; text-align: justify;" class="MsoNormal"><span style="font-size: 12pt; line-height: 115%; font-family: &quot;Arial&quot;,&quot;sans-serif&quot;;">Para provar que não gosta de políticos e agravar ainda mais a crise no Estado a Governadora sem votos promove insólita e odiosa campanha contra os prefeitos municipais, confiscando recursos deixados pelo governo anterior para construção de hospitais, escolas, barragens, estradas, viadutos e outras obras, essenciais para o desenvolvimento econômico das unidades municipais e a melhoria da qualidade de vida dos maranhenses.</span></p>
<p style="margin: 0cm 0cm 10pt; text-align: justify;" class="MsoNormal"><span style="font-size: 12pt; line-height: 115%; font-family: &quot;Arial&quot;,&quot;sans-serif&quot;;">Diante das incertezas, abandono e sofrimento em que vive hoje o povo maranhense, nós dos partidos políticos (PSB, PSDB, PT, PCdoB, PCB, PTC, PPS, PDT) entidades da sociedade civil, lideranças sindicais, intelectuais e estudantes decidimos criar o MOVIMENTO EM DEFESA DO MARANHÃO LIVRE (nome provisório), para denunciar o golpe aplicado pela oligarquia contra a cidadania maranhense, articular ações de apoio e solidariedade aos atingidos pelas enchentes e outras calamidades; defender os municípios e os seus prefeitos dos atos autoritários e ilegais da governadora biônica; lutar pela devolução dos recursos indevidamente retirados dos cofres municipais; defender a autonomia do Poder Judiciário e do Legislativo agredidos pela Governadora de quatro votos; divulgar e defender as realizações positivas do governo anterior; fiscalizar os atos do atual governo provisório; defender no Poder Legislativo Estadual a aprovação de medidas em favor dos servidores públicos e da população carente; apoiar a luta dos trabalhadores urbanos e rurais na defesa de seus direitos,<span style="">&#160; </span>solidarizar-se com as reivindicações do movimento estudantil e dos intelectuais, bem como construir as alternativas capazes de conduzir as forças democráticas e populares à vitória eleitoral e política em 2010.</span></p>
<p style="margin: 0cm 0cm 10pt; text-align: justify;" class="MsoNormal"><span style="font-size: 12pt; line-height: 115%; font-family: &quot;Arial&quot;,&quot;sans-serif&quot;;">&#160;</span><span style="font-size: 12pt; line-height: 115%; font-family: &quot;Arial&quot;,&quot;sans-serif&quot;;">Este Movimento é aberto a todos <span style="">&#160;</span>que desejam o Maranhão livre, desenvolvido, fraterno e justo.</span></p>
<p style="margin: 0cm 0cm 10pt; text-align: justify;" class="MsoNormal"><span style="font-size: 12pt; line-height: 115%; font-family: &quot;Arial&quot;,&quot;sans-serif&quot;;">&#160;São Luís, 18 de maio de 2009.</span></p>
<p style="margin: 0cm 0cm 10pt; text-align: justify;" class="MsoNormal">&#160;</p><br />
usurpadora]]></content:encoded>
      </item>
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